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Chegou e disse olá como se entre as pernas não ardesse o fogo de seu desejo por ela. Começou falando coisas fúteis, rindo como uma prostituta protegida e fumando desesperadamente. Por mais que tentasse, nada poderia esconder seu desejo evidente.
Cruzava e descruzava as pernas para exibir toda sua sensualidade. Sua cerveja tinha sabor indefinido, os olhares hipnóticos não deixavam dúvidas de como se queriam.
A sintonia da imaginação fez com que todos naquele bar desaparecessem. As duas se viram de pé, cada uma de um lado da mesa, se beijando. Os braços pareciam maiores que de costume, as mãos mais leves ao toque, o pescoço mais sensível à temperatura da língua, ao arrepio.
O desejo frenético e louco a fez lançar-se sobre a mesa jogando alguns copos e garrafas ao chão. As mesmas mãos que seguravam os cabelos tateavam o prazer pelos lábios, pés, seios e coxas. As pernas entrelaçadas aumentavam ainda mais sua excitação, o suor escorria pelas costas, os dentes cravados na carne provocavam arrepios, sensações lúdicas, desejos sujos. A música se confundia com o barulho dos copos rolando pelo chão, palavras perversas borbulhavam ao ouvido, um gemido.
Um gemido seco, alto, ardente.
Você concorda? Alguém perguntou (...)
O olhar se dispersou e elas voltaram a si. Mas dessa vez não existiam jogos, o sabor da cerveja se definiu, os assuntos tornaram-se interessantes e estava claro que a bebedeira não acabaria com um brinde, sorrisos amarelos e um abraço de boa noite.
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Cruzava e descruzava as pernas para exibir toda sua sensualidade. Sua cerveja tinha sabor indefinido, os olhares hipnóticos não deixavam dúvidas de como se queriam.
A sintonia da imaginação fez com que todos naquele bar desaparecessem. As duas se viram de pé, cada uma de um lado da mesa, se beijando. Os braços pareciam maiores que de costume, as mãos mais leves ao toque, o pescoço mais sensível à temperatura da língua, ao arrepio.
O desejo frenético e louco a fez lançar-se sobre a mesa jogando alguns copos e garrafas ao chão. As mesmas mãos que seguravam os cabelos tateavam o prazer pelos lábios, pés, seios e coxas. As pernas entrelaçadas aumentavam ainda mais sua excitação, o suor escorria pelas costas, os dentes cravados na carne provocavam arrepios, sensações lúdicas, desejos sujos. A música se confundia com o barulho dos copos rolando pelo chão, palavras perversas borbulhavam ao ouvido, um gemido.
Um gemido seco, alto, ardente.
Você concorda? Alguém perguntou (...)
O olhar se dispersou e elas voltaram a si. Mas dessa vez não existiam jogos, o sabor da cerveja se definiu, os assuntos tornaram-se interessantes e estava claro que a bebedeira não acabaria com um brinde, sorrisos amarelos e um abraço de boa noite.
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